A “Street art” deixou de ser vista como um ato de vandalismo e são cada vez mais as entidades públicas ou privadas que apostam neste tipo de arte urbana para valorizar os seus espaços. Algumas, até, se tornam símbolos das cidades e os criadores de arte de rua vistos e aceites como artistas, alguns à dimensão internacional. Vhils é prova disso.
A CREART, por exemplo, que foi um projeto europeu de cooperação cultural em rede entre 12 cidades, promoveu a criatividade local, a partilha de experiências, bem como a exploração de novas metodologias e técnicas artísticas. .



