Barroso, Concelho de Montalegre, Parque Nacional Peneda-Gerês, Pitões das Júnias, Portugal

A tranquilidade e a beleza do Mosteiro de Santa Maria das Júnias

O Mosteiro de Santa Maria das Júnias, localizado perto da aldeia de Pitões das Júnias é dos lugares mais tranquilos que eu conheço.

Antes de chegar à aldeia de Pitões das Júnias, existe um pequeno cruzamento, devidamente sinalizado, que indica a direção para o mosteiro.

Seguir pela estrada alcatroada até à um estradão calcetado. Continuar por este até a um pequeno largo, onde se pode (e deve) estacionar e em que temos acesso a informação sobre a direção e a distância para o mosteiro e para a cascata.

O Mosteiro foi construído num local completamente isolado, de difícil acesso e longe dos caminhos e de lugares habitados, mas a sua localização é fácil de encontrar, pois basta seguir, o caminho de pedras.

A distância a percorrer é de aproximadamente 350 metros, sempre a descer.

A meio do percurso um enorme rochedo, quase que bloqueia o caminho.

Do alto, começa-se a ver o mosteiro meio escondido pelas árvores.

Está inscrito num vale estreito, perto de um Ribeiro.

Toda a paisagem envolvente é magnífica.

Uma ponte de madeira, junto ao mosteiro, permite atravessar o riacho e poder observar o edifício da outra margem.

A madeira desgastada de algumas tábuas da ponte, provocou alguns buracos a partir dos quais se pode ver a água a correr por baixo dos nossos pés.

Antes de entrar no mosteiro, ainda foi possível observar um pequeno cemitério ao lado da igreja. Este encontra-se fechado ao público.

O mosteiro teve momentos altos, associado a muita riqueza, mas um incêndio devastou grande parte, levando à ruína muitas das suas dependências conventuais.

A Igreja é o edifício em melhor estado.

A sua entrada fica mesmo junto à entrada do Mosteiro. Mas encontra-se fechada ao público.

O Mosteiro foi habitado, durante séculos, por monges ligados a várias ordens religiosas. Por isso, para além da Igreja, ainda são visíveis as ruínas de duas dependências.

Paralelamente ao Ribeiro estava localizado o dormitório dos monges.

Perpendicularmente ao primeiro, localizava-se a cozinha, onde, ainda, é possível observar a sua chaminé piramidal.

Do antigo claustro românico só restam três arcos da galeria. É o pormenor mais bonito do Mosteiro.

Pela passagem existente entre os dois edifícios é possível aceder a um terreno verdejante.

A vista sobre o riacho é muito bonita e é possível observar várias pequenas quedas de água.

Apetece ficar naquela tranquilidade a ouvir a água e a observar todo o magnífico cenário envolvente.

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