Sempre tive uma ligação a Vidago. É uma bela recordação da minha infância. Era a escolha dos meus pais quando passávamos o dia na Praia de Vidago. Dos meus amigos, em que tantos escolheram esta vila para casarem. Das nossas saídas à noite e das matinés ao domingo à tarde na discoteca da localidade. A opção era, quase, sempre Vidago. E ainda bem, pois ainda hoje mantenho lá boas amizades.
Vidago tinha aquele encanto das vilas termais, onde abundavam pessoas que se dividiam pelos vários hotéis e pensões da vila.
Foi na tentativa de reviver um pouco todas estas boas recordações, que decidi voltar a visitar esta linda vila da nossa região. Já não é o Vidago da minha infância, com todo aquele movimento e vida, mas é um Vidago belo e simpático como sempre foi.
Há muito que o Grande Hotel está fechado e abandonado. Mas, hoje, tinha um particular encanto, pois ao entrar na rotunda, eram visíveis enormes quadros de personalidades portuguesas pintados pelos alunos da escola, a tapar as suas janelas, numa exposição chamada de VidaGO.





A Igreja paroquial da nossa senhora da Conceição é um lindo edifício rodeado de árvores.







É um parque centenário, aberto ao público, onde sabe bem passear, pois tudo convida à tranquilidade, desde as suas alamedas aos seus caminhos ou desde os seus espelhos de água à sua flora. Tudo é bonito. Tudo é intenso.











Pequenas placas informam sobre o nome de cada uma das plantas e árvores.


O parque está cheio de pequenos pormenores, de cores e de sons que o tornam verdadeiramente encantador.














Bela tarde por Vidago.
Uma opinião sobre “Vidago, como te recordo!…”