O Jardim João Chagas, em homenagem ao escritor, jornalista e político português, vulgarmente conhecido por Jardim da Cordoaria, devido ao facto de lá trabalharem homens que faziam e vendiam cordas, os chamados cordoeiros, localiza-se em plena Baixa, perto da Torre dos Clérigos, do hospital São António, do centro português de fotografia e do Tribunal da Relação do Porto.



É um dos maiores espaços verdes, que transmite alguma paz no meio de toda aquela confusão do centro da cidade.

Já sofreu várias alterações desde 1865, data do seu projeto inicial. Foi fundado pelo Visconde de Vilar d’Allen sob o projeto original do paisagista alemão Émile David. Em 1941, um ciclone alterou muito da aparência deste jardim. Mas foi em 2001, quando o Porto foi Capital Europeia da cultura que ele é alvo de uma grande intervenção e modificação pelo arquiteto Camilo Cortesão, que nem sempre foi muito pacifica com as gentes da cidade.
Hoje, pode-se apreciar neste jardim um pequeno lago, um coreto ou ainda uma alameda de plátanos que se torna particularmente bonita com as cores do outono.
Algumas árvores estão classificadas como de Interesse Público.
Mas é também um espaço de arte, com várias esculturas espalhadas por entre as árvores.

Uma das obras que mais aprecio e que foi oferecida ao Porto pelo escultor madrileno Juan Muñoz é a que se chama ‘Treze a rir uns dos outros’, que representa várias pessoas a rir.

