Depois de ficar viúva, a condessa Mumadona manda construir um mosteiro no seus terrenos. Parte, ainda, pode ser visitado no Museu Alberto Sampaio e na Igreja da Nossa Senhora da Oliveira.


Os constantes ataques aos monges e à comunidade cristã que viviam em seu redor levam a que esta decida construir uma fortaleza para os proteger. Assim nasce o primitivo Castelo de Guimarães, mais tarde mandado ampliar pelo Conde D. Henrique.


Embora não exista registo, nem documentos que o comprovem, acredita-se que o edifício que se encontra encostado à parte interna da muralha norte tenha sido a morada do Conde D. Henrique e local do nascimento de seu filho Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal.

Protagonizam-se então aí grandes combates com resultados heróicos na defesa da integridade do jovem reino de Portugal, servindo, portanto, ao longo da sua história de palco a vários conflitos reais.

Com o nascimento das novas armas de artilharia, o castelo de Guimarães, como tantos outros, perde a sua função defensiva. Entra num processo de abandono e degradação até ao século XX, altura em que é declarado Monumento Nacional e são efetuadas obras de restauro.