A Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, localizada no centro histórico de Guimarães, está classificada como um monumento nacional.

A sua origem, ou melhor a ocupação do local, remonta à época pré-românica, quando Mumadona Dias, a condessa do Condado Portucalense e uma das mulheres mais poderosas da Península Ibérica, manda aí construir um mosteiro dedicado ao Salvador do Mundo, à Virgem Santa Maria e aos Santos Apóstolos.
Mais tarde, já no século XII, o mosteiro dá lugar à Colegiada de Santa Maria de Guimarães, uma das mais importante instituição religiosa da época. Era composta pela igreja e pelo edifício da Colegiada. Deste mosteiro só restam apenas alguns vestígios, nomeadamente a Sala do Capítulo e duas alas do claustro, hoje, museu Alberto Sampaio.
Os claustros impressionaram-me pela sua simplicidade e beleza. Cada cantinho é poesia.









Foi sofrendo remodelações ao longo dos anos, que deixaram várias marcas de diversos estilos. A sua reconstrução foi no estilo gótico, mas existem pormenores até manuelinos, tal como, por exemplo, os elementos decorativos nas janelas da torre sineira quadrada, ou ainda nos túmulos do Dr. Pedro Esteves e Isabel Pinheiro.


A igreja apresenta planta em cruz latina de três naves.

A capela-mor é mais profunda do que aquilo que é normal ver. Apresenta uma mistura de estilos, fruto das várias remodelações.

Tem mais duas capelas.


Possui várias pinturas ligadas a temas religiosos.


A pia batismal destaca-se logo quando se entra na igreja.

O órgão, como memória neoclássica, é um dos elementos de maior impacto.

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