Tinha muita curiosidade em visitar o museu nacional de Arqueologia, pelo facto de lá estar a estátua original do guerreiro calaico encontrado em Campos no concelho de Boticas. Aproveitei um domingo por Lisboa para o fazer, pois o meu dia era passado em Belém.
As filas para entrar eram grandes, mas como portuguesa ao domingo, tenho direito às entradas gratuitas. Para tal, apresentei o cartão de cidadão na receção do museu, onde não existe qualquer fila, e aí levantei os meus bilhetes. Tal só é permitido até às 14h00, pois a partir dessa hora já se pagam as entradas.



Comecei por visitar a exposição temporária “Identidade e Cultura. Património Arqueológico de Sharjah (EAU)”, que dá a conhecer a ocupação humana,
desde a Pré-História à contemporaneidade,numa parte da Península Arábica – o território de Sharjah.






A exposição permanente “antiguidades egípcias”, é uma amostra da cultura deste país.


A exposição “Religiões da Lusitânia. Loquuntur saxa” é uma excelente amostra do que foi a religião nessa região através do tempo.







Foi, justamente, nesta exposição que estava exposto o guerreiro calaico.

