Espanha, Madrid, Museus

Museu Nacional Thyssen-Bornemisza

O Museu Thyssen-Bornemisza, localizado no Palácio de Villahermosa em Madrid, é um dos museus que eu recomendo pela quantidade, qualidade e diversidade de obras ali expostas.


É um dos vértices do triângulo de ouro da pintura no Paseo del Arte em Madrid.

O museu  foi criado  quando o governo  da Espanha  adquire a maioria da coleção de arte da  família Thyssen-Bornemisza. As obras  são o  fruto da  paixão  colecionista do falecido barão Hans Heinrich Thyssen-Bornemisza e do  seu pai, o  barão  Heinrich. Este  iniciou a coleção  nos  anos 20, e  conseguiu reunir  perto  de 525 quadros que depois da sua morte foram  divididas  pelos  seus  herdeiros.  O  seu  filho,  o   barão   Hans  Heinrich  Thyssen-Bornemisza, voltou a reuni-las, comprando estas, novamente. A  proximidade  do  Museu do Prado e a qualidade do  edifício que lhe foi cedido pelo  estado espanhol levou o barão a  trazer a coleção para o Palácio de Villahermosa em Madrid. Mesmo após esta cedência, os barões  continuaram a adquirir  numerosas  obras de  arte, exibidas  agora  nas  novas salas dedicadas à coleção Carmen Thyssen-Bornemisza.

A coleção permanente do museu percorre a história da pintura europeia desde a Idade Média até ao final do século XX e é dessa forma cronológica que as obras são apresentadas, do renascimento ao século XX e distribuídas pelos vários pisos do edifício.

Do terceiro para o primeiro piso é, assim, possível apreciar obras do século XVI ao século XX, de mestres italianos, alemães, holandeses, entre muitos outros.


Foi ótimo, para mim, encontrar obras da minha grande inspiração na pintura Caravaggio, mas também ter a oportunidade de ver  alguns trabalhos de pintores que muito aprecio como Van Gogh, Egon Schiele, Picasso, Salvador Dalí, Marc Chagall, entre outros.


As últimas salas impressionaram-me mesmo, pois são uma mostra completa das vanguardas do século XX: fauvismo, expressionismo, surrealismo, abstracionismo, e pop art, com algumas das obras que mais marcaram o século passado.


No final, aproveitei para descontrair um pouco no bar do museu e aconteceu-me uma coisa gira, ao pedir uma água com gás, serviram-me uma água das Pedras. Senti-me em casa por, a tantos quilómetros de distância, me servirem uma água da minha região.

Para apreciadores de arte, o Museu Thyssen-Bornemisza agrega uma colecção de pinturas, verdadeiramente deliciosa.

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