
Já visitei esta aldeia tanta vez e em todas as estações do ano, mas confesso que não sei dizer qual foi a altura em que gostei mais, pois parece que há sempre algo de novo para descobrir.
E acho que o encanto começa logo nas estradas de acesso à localidade.
Lindas paisagens e onde é frequente encontrar animais a pastar.



Pertencente a Montalegre, tem uma localização muito particular no Parque Nacional da Peneda-Gerês, o que a torna uma das aldeias mais visitadas do concelho.
As montanhas, em seu redor, criam uma moldura magnífica à volta da aldeia.

Mas Pitões das Júnias não é só uma terra de montanhas, mas também de tradições, culturas e muitas práticas comunitárias.
Um exemplo de todo esse legado comunitário é a corte do “boi do povo” que acolhe atualmente o pólo do Ecomuseu de Barroso, onde, ainda, é possível apreciar algumas das marcas ancestrais da terra.





Mas esse espírito comunitário também é visível no canastro, no forno comunitário, no relógio de sol…


Quando se fala de Pitões das Júnias geralmente associa-se logo ao mosteiro e à cascata, que são os locais mais visitados e que bela escolha.
O Mosteiro é algo de mágico. Construído ao lado de um rio, apetece ficar ali a apreciar toda a tranquilidade que ele nos transmite.



Mas Pitões é muito mais.Passear pelas suas ruelas estreitas e apreciar os pormenores das casas graníticas é uma boa forma de sentir a aldeia.







A qualidade do pão de Pitões é muito conhecida em toda a região, por isso, uma visita à padaria é quase como que obrigatória.

Vários pontos da aldeia têm vistas fantásticas sobre a Barragem de Paradela.




Os templos religiosos também são interessantes.
A Igreja de São Rosendo é a Igreja matriz da aldeia. A sua arquitetura em estilo Barroco é sempre interessante de se observar.
A Capela do Anjo da Guarda também merece ser visitada.