É sempre um prazer poder assistir às exposições que decorrem no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, mais conhecido por MACNA.
Este é um belo edifício, resultante de um projeto da autoria de Siza Vieira, localizado na, igualmente, bela cidade de Chaves.
Por isso, não perco a oportunidade de o visitar, sempre que posso.
A exposição d’ “O Grito da Imaginação” da pintora Paula Rego foi mais um bom motivo.
Há muitas vezes a ideia que o Museu só apresenta, em permanência, obras do Mestre Nadir Afonso, mas está errada.
O Museu reuniu, por aquisição, doação ou depósito, de forma permanente, obras de vários artistas, tais como Ema Berta, Júlio Pomar, João Cutileiro, José Rodrigues, João Ribeiro entre muitos outros.
Devido a um protocolo com o Ministério da Cultura, também, recebeu parte do acervo do Museu Nacional de Arte Contemporânea, passando a funcionar como um pólo do Museu do Chiado.
Através de várias parcerias estabelecidas, recebe, também, várias exposições temporárias.
“O Grito da Imaginação” da pintora Paula Rego trata-se de uma exposição monográfica, resultante de uma parceria entre este museu e a Fundação Serralves, garantindo, dessa forma, critérios elevados de qualidade.







Neste caso, devido à fase de pandemia que, atualmente, vivemos, devem ser respeitadas todas as regras de segurança, para podermos continuar a aceder a alguns serviços/recursos culturais, daí esta visita foi agendada com dias de antecedência.
Foi realizada em pequenos grupos, para evitar a concentração de pessoas e com o uso obrigatório dos devidos equipamentos de proteção individual.

Propositadamente, cheguei um pouco antes da hora marcada, só para ter oportunidade de passear, um pouco, pela zona envolvente ao museu, localizada nas margens do rio Tâmega.



O museu tem várias saídas para estas e há quem defenda que a sua arquitetura, também, foi pensada, em função das águas do rio.


No interior, o Museu é constituído por várias salas de exposição, um auditório, onde é comum realizarem-se eventos culturais, um bar, uma loja, entre outras.

Uma opinião sobre “Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso”