Há muito que em França, a ideia de um espaço multicultural, onde estivessem presentes várias formas de arte e literatura, vinha ganhando força.
É o presidente Georges Pompidou que decide, em 1969, a construção de um edifício para acolher uma biblioteca pública e um centro de arte contemporânea.
Esta decisão acabou por decidir o nome do edifício que passou a chamar-se Centro Georges Pompidou.

A arquitetura foi bastante criticada, pois consideravam este um projeto demasiado arrojado.


Ainda hoje é debate, pois uns gostam e outros não.
É um edifício inspirado na arquitetura industrial e nas novas tecnologias, que utiliza elementos destas áreas como objetos estéticos.
Estes pormenores são bem visíveis nos grandes tubos, que são como a imagem do edifício. Mas também pelas escadas rolantes externas, ou ainda o sistema estrutural em aço.
As suas atividades internas são, muitas vezes, estendidas à praça do centro num espaço público, o que cria uma ligação entre as pessoas e este.

Hoje, é um dos lugares mais visitado e fotografado de Paris.
Permite umas vistas sobre a cidade muito bonitas, pois a sua localização também ajuda. Mas também a sua arquitetura e inúmeros espaços em vidro.





As pessoas que não estejam interessadas em visitar as exposições, podem apenas subir pelas escadas rolantes e apreciar a cidade do cimo do edifício.
Para os apreciadores de arte é uma escolha excelente, pois tem as suas coleções permanentes, onde é possível ver obras de Picasso, Kandinski, Braque, Miró, entre outros, mas, também, coleções temporárias sempre de grande qualidade.







Na biblioteca existe uma vasta coleção de livros, jornais e revistas de todo o mundo e o acesso à Internet é gratuito.

Recomendo, para os apreciadores de arte e não só.