Este quarto dia é ligado à Arte e a um dos bairros, muito, na moda atualmente, “Les Marais”.
Mas aconselho sair umas paragens antes e visitar a câmara de Paris, o famoso “Hôtel-de-Ville”.
Um edifício encantador localizado junto à antiga “Place de la Grève”, praça muitas vezes recordada não pelos melhores motivos, pois foi o local de muitas execuções.
Hoje a praça foi rebatizada como “Place de l’Hôtel-de-Ville” e nela decorrem várias iniciativas, nomeadamente culturais.
Toda a zona envolvente é encantadora e muito movimentada.
O Centro Georges Pompidou é uma paragem obrigatória para os apreciadores de Arte Contemporânea pois nele estão expostas obras de ilustres artistas.

Também permite apreciar vistas incríveis de Paris.
O bairro de Marais é agitado e boémio. Tem uma intensa vida diurna e noturna e abundam galerias de arte, hotéis, restaurantes, lojas de grife, bares e cafés.
Nem sempre foi assim. Outrora era um bairro, calmo, habitado pela nobreza.

As transformações ocorridas no bairro, no sentido de o tornar um pouco mais turístico, trouxeram as gerações mais novas a este e outras realidades, dos belos edifícios históricos a iniciativas mais contemporâneas, tudo aqui se vive e sente.

A maioria das ruas são estreitas, perfeitas, por isso, para andar a pé. A “Rue des Rosiers”, a “Rue de Bretagne” ou ainda a “Rue des Francs-Bourgeois” são percursos obrigatórios.

O chamado Haut Marais é a zona menos turística do bairro, mas muito interessante.
Gosto muito dessa área. Regresso com alguma frequência pois já aí criei algumas rotinas.
Adoro Picasso, por isso, recomendo vivamente uma visita ao museu que reúne o seu trabalho, localizado nessa zona.
A “Place des Vosges” é composta por antigas mansões, chamadas de hotéis particulares, que foram habitadas por membros da nobreza e artistas famosos dos séculos passados.
A Place des Vosges é, mesmo, um dos meus lugares preferidos em Paris.

Ainda é pouco conhecida da maioria dos turistas, sendo mais frequentada pelos locais e permite descontrair nos seus jardins.

Uma opinião sobre “Quarto Dia de um roteiro por Paris”