A Rua de Santa Catarina, no Porto, liga duas das maiores praças, a da Batalha e a do Marquês de Pombal, é fechada ao trânsito, por isso só para peões.
É claramente a rua das compras, das lojas e dos inúmeros turistas que visitam, diariamente, o Porto.

O mais giro é que, nesta rua, tanto se encontram as mercearias de bairro ou os cafés históricos da cidade como o Majestic, como, também, se encontram as mais conhecidas marcas nacionais e internacionais, ou seja, comércios para todos os gostos, daí a multidão de pessoas.
Nesta rua abundam, também, os artistas de rua. Pintores, músicos, estátuas vivas são, portanto, presença habitual.

Uma das primeiras atrações, que reúne, sempre, um grande número de turistas é o relógio com carrilhão no edifício das Galerias Palladium, que agora acolhe a Fnac.

De 3 em 3 horas, imagens representando figuras emblemáticas do Porto, como São João ou Camilo Castelo Branco, saem do relógio e movimentam-se no exterior ao som do carrilhão.

O Via Catarina Shopping é o centro comercial existente nesta rua. Merece, sempre, uma visita pela sua arquitetura e decoração.

O café Majestic é um clássico, com a sua sala à “Belle Époque” e o seu jardim é o encanto dos turistas que chegam a fazer fila para lá entrar.

Um pouco mais à frente está, para mim, a alma desta rua, a Capela das Almas.

É inconfundível com as suas fachadas repletas de azulejos pintados.
Uma velha capela, construída neste lugar, é que dá origem ao nome da rua, pois dado ser de invocação a Catarina de Alexandria, ao caminho que ligava a Muralha Fernandina ao templo começou-se a chamar, desde muito cedo, Rua Nova de Santa Catarina.
Aconselho uma paragem na “Fábrica da Nata”, um espaço muito simpático com uma decoração requintada e onde diariamente são vendidas tantas e tantas natas.
Gosto muito de aí comer uma nata e, quando vou com mais tempo, aproveito para apreciar, também com esta, um cálice de vinho do Porto.

O percurso da Batalha ao Marquês acaba por ser curto perante a vida desta rua.