Chamam-lhe de Princesa do Tua, devido à grande ligação de Mirandela com este rio.
O mesmo rio que no reino de D. Dinis, leva à transferência da vila do seu local inicial para a atual localização na zona antiga, para, desta forma, poder adquirir um posicionamento estratégico sobre a passagem do curso de água.
E é assim, tranquilamente, nas suas margens, que Mirandela acaba por se desenvolver.
Ao chegar a Mirandela, não é difícil perceber, a riqueza do património arqueológico, arquitetónico e histórico, aí existente. Não só na cidade mas por todo o concelho.

O Palácio dos Távoras, um elegante palácio do século XVIII e atual edifício da câmara municipal é um exemplo dessa riqueza arquitetónica associado a toda a história desta terra.


Um passeio pela zona histórica permite apreciar as várias habitações, bem antigas e localizadas pelas ruelas do centro.

A sua pitoresca ponte medieval, de estilo românico, apresenta vários arcos e é o ex-libris da cidade.

Só tem uso pedonal e é um dos pontos turísticos a não perder.


Um passeio pelos jardins existentes na sua margem, é uma bela experiência, onde simultaneamente é possível um encontro com a Arte, sempre, com vistas muito bonitas sobre o rio.




Com verões muito quentes e abafados, faz parte dos concelhos da chamada Terra Quente Transmontana.
Uma das culturas típicas da Terra Quente Transmontana é a oliveira.
O Museu da Oliveira e do Azeite, criado na antiga Moagem Mirandelense, relembra toda a história deste produto local de tão grande qualidade e importância.

Em Mirandela nasceu, ainda, o conceito de cidade jardim.
Por toda a cidade, milhares de flores dão, desta forma, um toque alegre e colorido.
