Adoro Caravaggio, daí a Catedral de São João foi mesmo o primeiro edifício que eu visitei ao chegar a Malta, para poder apreciar as obras do pintor.

No Oratório da Catedral é possível apreciar uma das suas obras mais impressionante, considerada a pintura do século XVII, o quadro a “Decapitação de São João Batista”.



Numa pequena sala ao lado do Oratório é possível ver mais uma das suas obras, dedicada a São Jerónimo.


Do lado de fora parece uma construção bastante humilde, com uma fachada simples e austera cercada por dois sinos, mas o interior é, simplesmente, grandioso, devido à reforma feita pelo artista Mattia Preti, aquando da chegada do estilo barroco.



A Catedral de São João é, assim, um dos melhores exemplos da arquitetura barroca em toda a Europa.







O Templo religioso costuma ter longas filas de pessoas para o visitar, por isso, optei por ir à hora de almoço.
Havia fila, mas mais reduzida.

Dado ser um templo religioso existe dress code, mas, contrariamente, a outras igrejas caso a roupa não o respeite, existe a possibilidade à entrada de emprestar lenços para cobrir o corpo.

A construção é uma homenagem à São João Baptista, patrono da Ordem de Malta, de acordo com o desejo do então Grão-Mestre da época, Jean Parisot de la Valette.
A decoração é, desta forma, marcada por episódios da vida de São João Batista, recorrendo a símbolos dourados e diversas pinturas.
Os Grão-Mestres e Cavaleiros da Ordem de São João doaram-lhe obras de arte de elevado valor artístico.




Possui nove capelas, riquíssimas e cada uma mais bonita que a anterior.
Oito delas representam um ramo da Ordem dos Cavaleiros, enquanto a nona é uma homenagem à Nossa Senhora de Philhermos, a padroeira da Ordem.



O chão da Catedral guarda os túmulos dos Cavaleiros da Ordem de São João, que são decorados com brasões.





Também se pode apreciar a cripta do fundador de Valletta, Grão-Mestre Jean Parisot de la Valette.

Digamos que foi começar muito bem pela ilha de Malta…