Ao visitar as Caldas da Rainha é inevitável não visitar o Parque Dom Carlos I.
O nome é uma homenagem ao rei Carlos I de Portugal.



Construido, inicialmente, para ser um local de recuperação física dos pacientes do hospital termal, durante o reinado de D. João V, passou, ao longo dos anos, por várias remodelações que o transformaram na zona de ócio que é hoje.



Localizado mesmo no coração da cidade, possui um lago artificial que acolhe várias aves, belas alamedas, um lindo coreto, entre outros.
É, portanto, o ponto de encontro dos caldenses que aí tomam café, caminham, descansam…




O Museu José Malhoa, que agrega grande parte da obra do artista, foi, mais tarde, integrado no parque.



É possível, também, apreciar várias esculturas no exterior.



Mas o que mais me despertou foram os três pavilhões.
Projetados, nos finais do século XIX, para serem o novo hospital, nunca chegaram a sê-lo.
Acabaram por ter outras funções até ficarem desocupados devido ao mau estado de conservação.
Mas a verdade é que conferem ao Parque, um charme muito particular.


O Parque tem várias entradas, mas a mais bonita é uma espécie de túnel com o teto em vidro, chamado de “Céu de Vidro”, que o une ao Largo Rainha D. Leonor.



Ao entrar, por este túnel, para o Parque, é possível apreciar, logo à saida, a Aldeia dos Macacos, com várias figuras de macacos penduradas nas árvores.
Esta é um dos pontos da rota Bordaliana, um circuito existente pelas ruas da cidade de Caldas da Rainha, que apresenta várias peças de Bordalo.



