A Pateira de Fermentelos é uma das maiores lagoas naturais da Península Ibérica.

Localizada entre Águeda, Aveiro e Oliveira do Bairro, esta maravilha da natureza oferece paisagens deslumbrantes, de tirar o fôlego, uma rica biodiversidade e atividades para todos os gostos.

A vastidão da água, a vegetação exuberante e o céu refletido nas águas calmas criam um cenário mágico.

Um refúgio natural único na Península Ibérica, que faz parte da Rede Natura 2000 e que é um sítio Ramsar, reconhecido pela sua importância como habitat para aves aquáticas.
Mais de 150 espécies de aves encontram aqui o seu habitat.
A Pateira de Fermentelos começou a se formar no final do século XV, provavelmente durante a Idade Média, devido às sucessivas inundações dos rios Cértima e Águeda.

O seu nome provém do facto da lagoa ser conhecida pela sua abundância de patos, o que lhe deu o nome “Pateira”.
Conhecida pela sua tranquilidade, especialmente pela manhã, é um local popular para passeios, relaxamento e observação da natureza.

Existem várias possibilidades de percursos para caminhadas.
E para, tal como eu, os amantes da fotografia, é só trazer a máquina.

Também gostei muito da homenagem aos emigrantes ali presente.
Um tributo à diáspora portuguesa, que tanto aprecio.



Trata-se de um imponente monumento, concebido pelo escultor Gustavo Bastos, localizado numa das margens.
Uma escultura, com linhas modernas e expressivas, a representar várias pessoas.


Bem incorporada no espaco, parece que dialoga com a natureza circundante, criando um espaço de reflexão e valorização da história da emigração portuguesa, uma homenagem aos portugueses que, ao longo dos anos, buscaram novas oportunidades em terras estrangeiras.