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Vitória de Samotrácia, uma emoção…

A Vitória de Samotrácia é uma das esculturas mais célebres da Antiguidade Clássica e uma das obras-primas da arte grega helenística.

Foi descoberta em 1863, na ilha grega de Samotrácia, daí uma parte do seu nome.

A escultura representa Nice (ou Niké), uma deusa grega,  no instante  em que  pousa na proa de um navio.

O nome “Vitória” surge por se pensar que pode ter sido esculpida para celebrar uma vitória naval.

Talhada em mármore branco, ergue-se sobre uma base em forma de navio, reforçando a ligação ao mar e à glória dos vencedores.

A figura surge sem cabeça e sem braços, mas isso não diminui o seu impacto.

A estátua transmite uma expressividade intensa e um poderoso sentido de movimento, características marcantes da arte helenística.

O corpo inclina-se para a frente, as asas abrem-se ao vento e o drapeado do manto parece ganhar vida, como se fosse moldado pela brisa do mar, o que cria um forte dramatismo e uma ilusão de vida e energia.

Majestosa e envolta num movimento eterno, é uma das esculturas mais impressionantes da arte da Antiguidade.

Visitar a Vitória de Samotrácia é viver um momento de contemplação e admiração.

Atualmente, a Vitória de Samotrácia está exposta no Museu do Louvre, em Paris, onde ocupa um lugar de destaque no topo de uma grande escadaria.

Acolhe os visitantes como um verdadeiro símbolo de triunfo, beleza e força.

Tinha aproximadamente 10 anos, da primeira vez que a vi, mas, ainda hoje, emociono-me ao vê-la.

Mais do que uma escultura, esta obra atravessa séculos e continua a inspirar milhões de pessoas de todo o mundo.

Um ponto incontornável para quem visita Paris e um verdadeiro ícone da história da arte universal.

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